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Protetor solar que não arde os olhos
23/02/2026Ardência pode ser causada pelo produto que escorreu para os olhos e conta com ingredientes possivelmente irritantes ou então por uma própria sensibilidade individual.
Usar protetor solar todos os dias do ano é sempre um desafio, ainda mais quando o calor demasiado faz o produto escorrer – e irritar os olhos. Além disso, muitas pessoas também sofrem com uma sensibilidade individual a componentes presentes em produtos de proteção solar. Resultado? Olhos lacrimejando, com ardência e vermelhidão, além da sensação de desconforto. “Em alguns casos, a ardência é causada por excesso de produto muito próximo aos olhos, e o protetor acaba entrando nos olhos. Em outros casos, a composição do protetor pode causar ardência. Mas também é possível que a pessoa seja sensível a algum componente em especial e por isso sentir ardência”, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “De acordo com a literatura médica, os protetores solares são divididos em filtros químicos (orgânicos) e bloqueadores físicos (inorgânicos). Os filtros químicos, como avobenzona, cinoxato e octocrileno, têm sido associados a dermatite de contato, tanto alérgica quanto irritante, e podem causar sensibilidade ao sol. Estudos indicam que a irritação ocular pode ocorrer devido a reações irritantes, que são mais comuns do que reações alérgicas verdadeiras. Portanto, tanto a composição do protetor solar quanto a sensibilidade individual podem contribuir para a irritação ocular. É importante considerar a formulação do protetor solar e a predisposição individual ao escolher um produto adequado para minimizar o risco de irritação”, explica a dermatologista Dra. Débora Natal Moreira, membro da SBD-RESP (Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo).
Segundo a Dra. Débora, a irritação ocular pode ocorrer quando ingredientes ativos ou excipientes em protetores solares entram em contato com os olhos, causando desconforto ou ardência. “Protetores solares que afirmam não irritar os olhos geralmente utilizam ingredientes que são menos propensos a causar irritação, como filtros físicos (por exemplo, óxido de zinco ou dióxido de titânio) em vez de filtros químicos, que podem ser mais irritantes para algumas pessoas. Embora a literatura médica fornecida não aborde diretamente este aspecto, é conhecido que os protetores solares físicos, que são mencionados como tendo menos risco de causar dermatite de contato alérgica ou irritante, também podem ser menos propensos a causar irritação ocular”, explica a Dra. Débora Natal Moreira. “Além de uma formulação sem componentes que irritam os olhos, eles foram oftalmologicamente testados. E por isso, não causam irritação nos olhos”, acrescenta a Dra. Paola Pomerantzeff.
Uma das novidades do mercado para diminuir a ardência nos olhos é a fotoestabilidade promovida pela tecnologia Organo Mineral do protetor Normalize Matte Intense FPS 50, da Ada Tina. “Este lançamento chega para redefinir o tratamento da pele oleosa e acneica. Ao contrário dos protetores comuns, a Tecnologia Organo Mineral Ultra Matificante combina ingredientes orgânicos de alta segurança com filtros solares minerais que não permeiam a pele. O resultado é uma proteção robusta que oferece uma cosmética leve, invisível e que, principalmente, não arde nos olhos, resolvendo uma das maiores queixas de quem usa filtro solar diariamente”, explica o farmacêutico Dr. Maurizio Pupo, especialista em cosmetologia e CEO da Ada Tina. Segundo Maurizio, o produto também é livre de óleo mineral, parabenos e ingredientes controversos de filtros solares irritantes (como a Avobenzona e a Benzofenona-3), o que reforça sua característica de não irritar os olhos.
Por fim, a Dra. Paola reforça que não adianta deixar de aplicar o protetor solar para evitar a ardência nos olhos: o mais correto é buscar um produto mais adequado a cada caso. “A região da área dos olhos tem a pele mais fina do corpo/face todo. Ela tem apenas 0,5mm de espessura, o que a torna mais vulnerável a agressões externas. Por isso, os produtos usados nessa região costumam ser mais suaves e livres de ingredientes agressivos. Sendo essa pele tão delicada, é essencial o uso de protetor solar nessa região! Nas pálpebras superiores e inferiores”, finaliza a dermatologista.
FONTES: *DRA. PAOLA POMERANTZEFF: Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais. Instagram: @drapaoladermatologista
*SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA – REGIONAL SÃO PAULO (SBD-RESP): Fundada em 1970, a SBD-RESP é uma entidade médica criada para fomentar a pesquisa, o ensino e o aprimoramento científico da Dermatologia como especialidade médica. A SBD-RESP reúne todos os dermatologistas filiados e os serviços credenciados do Estado de São Paulo, que são constituídos por hospitais com cursos de especialização em Dermatologia (residência médica e/ou estágio) certificados pela SBD Nacional. Atualmente, a SBD-RESP reúne cerca de 4.000 associados e organiza uma série de eventos de ensino e de reciclagem. Entre eles: RESP em foco, Jornadas, COPID (Congresso Paulista de Interligas de Dermatologia), e a RADESP (Reunião Anual dos Dermatologistas do Estado de São Paulo). Instagram: @sbd_resp
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